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Iniciam-se as obras do Parque Municipal de Valença

Iniciam-se as obras do Parque Municipal de Valença

Fonte: Jornal Local (www.local.jor.br)

Valença – O Instituto Estadual do Ambiente (Inea) deu início na semana passada às prometidas obras de recuperação do Parque Natural Municipal do Açude da Concórdia (PaNaMAC), unidade de conservação que agora está sob a tutela do Estado do Rio. A previsão é que a unidade esteja toda reformada e própria à visitação ainda neste primeiro semestre.

De acordo com Mauro Contrucci, representante do Inea na cidade, a equipe do Estado que chegou para assumir a responsabilidade pela unidade de conservação encontrou o parque fechado há mais de dois anos, com suas edificações bastante deterioradas e a constatação de que parte do patrimônio do local havia sido furtado, o que levou a nova administração a fazer boletim de ocorrência na 91ª DP. “Na estrada, um acesso muito ruim, apesar de ser uma estrada firme, que não tem atoleiro. Mas tem muito buraco. É uma estrada rural boa. Mas uma estrada para uma unidade de conservação? Nós temos que melhorar!”. Segundo ele, boa parte das trilhas estão intransitáveis, com árvores caídas em alguns acessos, mato fechando em alguns locais.

Mauro contou que o Estado contratou empresa que iniciou as obras de recuperação das instalações no dia 12/2. “Hoje, tem nove funcionários trabalhando”, informou ele, onde estão sendo recuperados os telhados das edificações, a parte elétrica e hidráulica e a pintura. Ao final dessa parte, será feita a recuperação da estrada de acesso, com apoio da Prefeitura. “Roçada nas duas laterais. Nas subidas, estamos tentando ver outro tipo de calçamento, porque esses blocos, por causa do tempo, já estão cedendo”. De acordo com o representante do Inea, a previsão é de que as obras sejam concluídas em noventa dias. Ele acredita que sejam necessários uns quatro meses para a unidade estar em condições ideais para o retorno da visitação pública. “Junho mais ou menos”. Atualmente, o Parque está com quatro funcionários: dois enviados pelo Inea e dois da firma Ícone, encarregados pela limpeza das instalações.

Modelo de gestão

Mauro conta que, passadas as obras iniciais, começarão as intervenções para definir o modelo de gestão da unidade e torná-la novamente viável do ponto de vista ambiental e turístico. “Estamos ainda em processo de avaliação. Por ser uma unidade de conservação, muita coisa pode e muita coisa não pode ser feita”, afirma. “Tem os projetos de voltar a área de camping. O pessoal já veio ver a questão de tirolesa, os pedalinhos vão voltar para cá. Tudo ainda está muito empírico!”. Segundo Mauro, uma das necessidades é o processo de reflorestamento de parte da área que está desmatada e o censo das espécies e quantidades de peixes existentes no Açude da Concórdia. Falando do Parque Estadual da Serra da Concórdia (Pesc), Mauro conta que o Inea decidiu por não unificar as duas unidades.

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