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Desobstrução no Canal do Vigário vai beneficiar 500 famílias

Desobstrução no Canal do Vigário vai beneficiar 500 famílias

Parceria da Coagro com a associação de pescadores e de produtores e a Prefeitura de Campos permitiu esta ação no canal que aduz no Rio Paraíba do Sul e deságua na Lagoa do Campelo

Através de parcerias, o Canal do Vigário passa por uma ação emergencial para desobstrução de dois pontos de 300 metros em seus oito quilômetros de extensão. O procedimento é essencial para o abastecimento da Lagoa do Campelo, que é fonte de trabalho e renda para quase 500 famílias de assentados e pescadores artesanais. A previsão é que o trabalho seja concluído ainda nesta semana, depois de cinco dias de ação com auxílio de escavadeira hidráulica.

A parceria da Coagro (Cooperativa Agroindustrial do Estado do Rio de Janeiro) com a associação de pescadores e de produtores e a Prefeitura de Campos, permitiu esta desobstrução do canal que aduz no Rio Paraíba do Sul e deságua na Lagoa do Campelo. Em 2017, o rio não passou por grandes cheias, dificultando ainda mais a chegada de água até a lagoa. De acordo com o superintendente adjunto de Pesca e Aquicultura, José Armando Barreto, a desobstrução é uma apenas ação emergencial.

— Esta dragagem é essencial para suprir a necessidade de 400 famílias de assentados e 80 famílias de pescadores que trabalham na Lagoa do Campelo e em seu entorno. Na ação, usamos uma escavadeira hidráulica, que está sendo providenciada pela própria associação de pescadores e de produtores do assentamento Zumbi dos Palmares. Para transportá-la até os pontos de intervenção, é necessária uma prancha, que foi fornecida através de articulação da Coagro, tudo autorizada pelo INEA-RIO. A articulação destas parcerias tornou possível a ação — explicou.

Além desta atuação emergencial, um cronograma de ações de manutenção preventiva é articulado junto ao INEA (Instituto Estadual do Ambiente) para evitar novas situações de secas no Campelo. A lagoa chegou a se aproximar de falência hídrica em 2014/2015 e é importante evitar que a situação se repita.  

— Na verdade, existe a necessidade de ação sistemática de controle e monitoramento, inclusive estabelecendo uma cota para a lagoa. Agindo assim vamos evitar outras intervenções emergenciais. Estamos atuando no diagnóstico da situação atual de todo complexo hídrico, para desenvolver um projeto macro e estamos em diálogo com o Comitê de Bacias Hidrográficas (CBH-BPS) e UENF. Com o INEA, a conversa será em busca de uma parceria com ações de seu Programa Limpa Rio — relatou José Armando.

Por: Lívia Nunes - Foto: Divulgação -  17/01/2018 16:22:39
 

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