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Inea vai fiscalizar obras de recuperação e manutenção dos canais da Baixada Campista, no Norte Fluminense

Inea vai fiscalizar obras de recuperação e manutenção dos canais da Baixada Campista, no Norte Fluminense

O Instituto Estadual do Ambiente (Inea), através da Superintendência regional do Baixo Paraíba, vai fiscalizar o serviço de recuperação e dragagem dos canais da Bacia Campista, no Norte Fluminense. O serviço será feito pela ProjeCons Engenharia, contratada pela Prumo Logística, empresa que firmou convênio para a realização das obras, através de uma parceria público privada. O contrato entre as duas empresas foi assinado nesta segunda-feira (07/08), em Campos e acompanhado pelo Superintendente Geral do Inea, Luiz Fernando Guida e vai beneficiar ainda outros municípios da região Norte Fluminense.​

Segundo o ex-secretário de Estado de Ambiente e deputado estadual André Corrêa, os problemas enfrentados pelos canais são urgentes e em período de enchente afetam as comunidades. Com esse trabalho, iniciado ainda em sua gestão à frente da Secretaria, o Comitê de Bacias Hidrográficas do Baixo Paraíba do Sul poderá administrar o fluxo da água. Ainda de acordo com André Corrêa, o sistema de canais da Baixada Campista é uma grande estrutura hidráulica construída na década de 60, pelo então Departamento Nacional de Obras e Saneamento (DNOS). 

"Ao todo, Campos tem 15 comportas que abrangem 200 mil hectares. O que nós estamos fazendo aqui é fruto de compensação de um orçamento de R$ 1,7 milhão que, durante 30 meses, iremos recuperar as comportas que estão sem funcionar e fazer a manutenção. É através desse trabalho do comitê, que pude articular quando estive como Secretário do Ambiente, que vamos informatizar o nível dos canais e das comportas, para permitir um planejamento correto de abertura e fechamento, de acordo com o clima do momento", disse o deputado.

A região da Baixada Campista tem a segunda maior quantidade de canais feitos pelo homem no mundo. São 15 comportas, que abrangem 200 mil hectares (o equivalente a 200 mil campos de futebol). Devido a toda essa extensão, os problemas são diversos. Além disso, ao longo dos anos, as comportas desses canais sofreram desgaste natural e foram deterioradas pela ação de vândalos, prejudicando sempre a população.   

O convênio tem prazo de 30 meses e prevê também a informatização do sistema. Desta forma, será possível que o Comitê de Bacias Hidrográficas do Baixo Paraíba do Sul possa administrar o fluxo da água dos canais para permitir um planejamento correto de abertura e fechamento, de acordo com o clima do momento.
 
“Nessa região tem um emaranhado de canais. Quando vi fiquei assustado. É uma confusão. Quando você fecha um, falta água. Quando abre o outro, corre o risco de inundar. Aí vem a seca. Depois vem chuva demais. O problema era urgente, afetava, sobretudo, com enchentes, comunidades importantes daqui de Campos. Com esse trabalho de planejamento, vamos diminuir essas possibilidades para administrarmos melhor o fluxo da água. É uma demanda coletiva”, afirmou o Superintendente Geral do Inea, Luiz Fernando Guida.  

O prefeito de Campos, Rafael Diniz (PPS), destacou a importância da realização de parcerias público-privadas."Não dá mais para manter uma máquina acostumada com R$ 3 bilhões quando se tem apenas R$ 1,5 bilhão. É preciso se adaptar à nova realidade e buscar alternativas aos royalties do petróleo. Se não fosse essa parceria, Campos não teria condições de arcar com esse trabalho", enfatizou Rafael.

O sistema de canais da Baixada Campista é uma grande estrutura hidráulica construída na década de 60, pelo então Departamento Nacional de Obras e Saneamento (DNOS).  

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