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Ambiente Solidário: O Meio Ambiente com o ser humano na equação

Ambiente Solidário: O Meio Ambiente com o ser humano na equação

Amigas e amigos, o Programa Ambiente Solidário, na minha opinião, quebra um paradigma. Normalmente quando se fala em preservar o meio ambiente se associa essa ação a uma “perda”.

Por exemplo, para preservar uma lagoa não se libera uma licença para a construção de um condomínio às suas margens. Quando se cria uma área de preservação, perde-se um espaço que poderia servir a agropecuária. Muitas pessoas acham que há um “custo alto” na preservação.

A cada dia que passa, a conscientização de que os recursos do nosso planeta são finitos aumenta. E o movimento ecológico, que começou quase que como uma adoração contemplativa à natureza, passou por radicalizações utópicas criando até a figura dos ecochatos, chega ao terceiro milênio com uma compreensão mais clara.

Hoje, quem atua há tanto tempo como eu por uma sociedade mais sustentável, tem a certeza humilde que o planeta não precisa de nós para ser salvo. Um estudo mostrou que se os insetos desaparecessem da noite para o dia, toda a vida no planeta desapareceria em pouco tempo. Mas se fossem os seres humanos que desaparecessem, a vida floresceria.

As atitudes que tomamos hoje para evitar a poluição das águas ou da nossa atmosfera e para não desperdiçar recursos naturais na verdade são esforços para salvar a nossa espécie.

E a maneira de fazer isso de forma inteligente é sempre colocar na equação o homem.

A agricultura gera impactos na natureza. Vamos então proibir a agricultura? É claro que não. Afinal, precisamos comer. Mas podemos usar a inteligência, tecnologias, educação e bom senso para reduzir esses impactos.

O consumo gera lixo, que gera impacto no meio ambiente. Vamos proibir o consumo? É claro que não, mas podemos diminuir esse impacto através da coleta seletiva.

Sem, é claro, esquecer de colocar o homem na equação.

O Projeto Ambiente Solidário faz exatamente isso.

E é esse o paradigma quebrado.

O projeto esteve nas Olimpíadas, quando organizamos os catadores em cooperativas, demos treinamento e eles foram os responsáveis pela coleta e comercialização dos resíduos coletados.

Está na coleta e revenda, através do Prove, do óleo vegetal utilizado que vira sabonete, combustível... Esse projeto inclusive ajuda a manter instituições assistenciais.

Está na educação através de caravanas que ensinam, incentivam e apoiam a coleta seletiva.

Preservar o nosso meio ambiente com a redução de resíduos só gera economia. De água, de energia, de matérias primas, de árvores cortadas... E ainda faz com que, sem custo (afinal, era lixo), possamos fazer o bem para milhares de pessoas.

Muita coisa já foi feita. Mas ainda há muito por fazer.

Conheça nesse livreto o Programa Ambiente em detalhes: 

E espalhe essa ideia.

Um abraço,

André Corrêa

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